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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

SAIBA MAIS..

• Aerovias: as "estradas virtuais" segundo as quais o tráfego aéreo é organizado. Nas aerovias, é possível que dois aviões voem em sentidos opostos, mas em diferentes níveis de altitude.
• Arremeter: procedimento adotado quando um piloto decide abortar o pouso de um avião. Quando arremete o aparelho, acelera os motores e retoma a subida, de forma a possibilitar uma nova tentativa de pouso.
• Bimotor: qualquer tipo de aeronave, seja avião ou helicóptero, dotado de dois motores para impulsionar o vôo.
• Caixa-preta: equipamento resistente a quedas que serve para registrar as circunstâncias de cada vôo. Os aparelhos guardam os dados de sistemas (velocidade, temperatura, altitude, horizonte, estabilidade e outros) e também os sons emitidos na cabine de comando. Sua função é ajudar a esclarecer acidentes com as aeronaves.
• Cenipa: sigla para Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, órgão ligado ao Ministério da Defesa.
• Cindacta: sigla para Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo. São os centros que controlam o tráfego aéreo do país, com auxílio de estações de monitoramento espalhadas pelo solo. São 4 centros, distribuídos pelas diferentes regiões do país. O Cindacta-1 monitora o centro do país; o 2, o sul; o 3, o nordeste; e o 4, o norte.
• Controlador de vôo: profissional responsável por coordenar o tráfego aéreo, através do monitoramento ininterrupto das telas de radar. É uma das atividades mais estressantes do mundo. Num avião a 800 quilômetros por hora, poucos segundos podem fazer a diferença para evitar um acidente. A jornada diária é de oito horas, mas, destas, duas devem ser obrigatoriamente dedicadas a pausas para descanso. O salário inicial em 2006 era o de um sargento da Aeronáutica: em média, 1.600 reais.
• DAC: sigla para Departamento de Aviação Civil, a entidade do Comando da Aeronáutica que tem a função de regulamentar e fiscalizar o sistema de aviação civil do país.
• Monomotor: qualquer tipo de aeronave dotada de apenas um motor; são geralmente de pequeno porte.
• Pouso forçado: é quando o avião tem de descer em circunstâncias não previstas pelo plano de vôo. Problemas mecânicos, meteorológicos, com passageiros e tripulantes ou relativos a terrorismo podem provocar pousos forçados.
• Pouso de emergência: é quando um pouso forçado é realizado sob circunstâncias perigosas, em locais que oferecem risco para os aviões e seus passageiros.
• Pressurização: criação artificial de condições confortáveis ao ser humano dentro das cabines durante os vôos. Sem a pressurização dos aviões, os passageiros podem sofrer de sangramentos, falta de ar e desmaios.
• Sivam: sigla para Sistema de Vigilância da Amazônia, projeto concluído em 20045 e que custou aos cofres públicos 1,4 bilhão de dólares. Os radares do projeto são usados para o controle do tráfego aéreo na região da Amazônia.
• TCAS: sistema anticolisão dos aviões de hoje. O aparelho monitora os aviões num raio de até 50 quilômetros e informa o piloto sobre o risco de eventuais colisões. Quando o choque é iminente, o aparelho aciona um alarme e informa o piloto sobre a melhor manobra de evasão a ser feita. Para que dois aviões em rota de colisão não façam a mesma manobra de fuga e acabem se chocando, os TCASs "conversam" entre si e "tomam" decisões conjuntas.
• Teres: um ponto de referência da carta de aviação brasileira. O acidente entre o jato Legacy e o Boeing da Gol, em setembro de 2006, ocorreu a menos de 15 minutos, na velocidade em que voavam os aviões, de Teres.
• Transponder: aparelho que transmite os dados sobre velocidade, altitude e direção do avião para o controle aéreo em terra. Seu funcionamento ajuda a evitar acidentes entre aeronaves em trajetória de colisão em pleno ar.
• Turbinas: motores à reação que impulsionam as aeronaves. As turbinas transformam em trabalho mecânico-rotatório a energia cinética de um fluido em movimento. As grandes aeronaves contemporâneas funcionam com turbinas.