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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Curiosidades Da VARIG Brasil

  • A primeira frota da Varig só foi composta em 1943 com a chegada dos primeiros Lockheed L-10E Electra. Até então a VARIG possuia apenas uma coleção de aviões
  • A Varig e suas subsidiárias operaram um total de 427 aeronaves entre 1927 e 2006
  • A verdadeira expansão da VARIG começou em 1946 com a chegada dos Curtis C-46 e dos Douglas DC-3.
  • Com a incorporação da Real Aerovias a frota da Varig dobrou, com a aquisição de mais DC-3, C-46, Costellations e novos DC-6.
  • Em 1955, com a chegada dos Costellation, a Varig inaugurou sua primeira rota internacional de Longo Curso: Porto Alegre/Congonhas/Galeão/Belém/Ciduau Trujillo/Nova Iorque.
  • Os Lockheed L-188A, os famosos Electra da Varig, chegaram até mesmo à operar vôos Rio-Nova Iorque e Rio-Lisboa, com escalas.
  • A Varig operou inéditamente um Beechcraft 99 Airliner entre Agosto e Dezembro de 1968, matrícula PP-VDY realizando estudos para uma possível substituição dos DC-3. O avião foi considerado muito pequeno.
  • A Varig operou quatro Fairchild Hiller FH-227B ex-Paraense Linhas Aéreas entre 1970 e 1975 para realizar rotas na Ponte Aérea.
  • A Varig foi a primeira empresa a operar jatos no Brasil. O primeiro avião foi o Caravelle matriculado PP-VJC que operou vôos na rota Rio-Nova Iorque.
  • Os 707 foram os aviões que voaram por mais tempo na Varig. Os 20 aviões operaram de 1960 a 1989 cumprido rotas internacionais para Europa, Américas e Japão.
  • Com a incorporação da estrutura e rotas da Panair do Brasil, a Varig herdou, entre outros aviões, três Convairs 990 Coronado, o então jato mais rápido do mundo e dois Douglas DC-8. A Varig passou a ser a única empresa aérea no mundo a operar os três jatos concorrentes Americanos.Os DC-8 operaram de 65 a 77 e os Convair de 63 a 71.
  • Apesar de todas as incertezas e dificuldades passadas nos últimos anos, não houve sequer um acidente que comprometesse uma única vida. Vale a pena dizer, que muitos comandantes abriram mão do próprio salário para que os comissários não ficassem sem receber.
  • Nada menos que sete acidentes com perda total envolveram as aeronaves da Varig. 5 deles fatais. As aeronaves vitimadas foras PP-VJB, VJR, VLJ, VJZ, VLU, VJT, VJK. Destaque para o PP-VJZ, que se acidentou no vôo Varig 820, o pior acidente da história da varig e o PP-VLU, que desapareceu no Pacífico sem deixar rastros, permanecendo até hoje o maior mistério da aviação comercial.
  • A Varig operou todas as versões do Boeing 737, menos as versões 100, 600 e 900
  • Os DC-10-30 da Varig foram os primeiros jatos de fuselagem larga na aviação Brasileira. Eles substituiram os 707 e integraram nas rotas para a África, Europa, Japão e Estados Unidos.
  • A Varig foi a primeira empresa da américa latina que operou os Boeing 747. A Varig operou um total de 12 aviões nas versões 200, 300 e 400, sendo que esses últimos chegaram até mesmo à revesar com os MD-11 nos vôos para Hong-Kong com escalas em Johanesburgo e Bangcoc.
  • Os 767 foram os aviões de maior importância na história da Varig desde os DC-3. Eles conseguiam voar para Europa e América do Norte sem escalas em com baixo custo de operação. Os aviões operarm por 20 anos na Varig e até hoje, um 767-200ER e três 767-300ER voam na VRG cumprindo rotas domésticas de alta densidade e vôos para o Caríbe.
  • Os 767 foram os aviões que operaram com mais esquemas de pintura, desde o adotado em 1950 com a chegada dos DC-3, até o operado atualmente. No total foram 5, os dois citados mais as cores de 1997, com a cauda Azul e a estrela amarela, as de 2004, com o nome Varig em destaque na fuselagem e o esquema utilizado pela Varig antes do novo instalado pela GOL, o mesmo das cores de 2005 porém com a barriga Branca. Os aviões também operaram com os dois esquemas da Star Alliance e o da Copa do mundo de 2002.
  • Os Boeing 737-300 foram as aeronaves operadas em maior número pela Varig. Ao todo foram 47 aeronaves.
  • A Varig cehgou a operar dois 737-800, com função de substituir os 737-300.Matriculados PP-VSA/VSB operaram apenas por 4 anos, e voam hoje na GOL, sob matrículas PR-GIO/GIP
  • Os MD-11 foram os jatos de fuselagem larga mais importantes na história da Varig.Eles operaram com sucesso quase todas as rotas internacionais da pioneira entre 1991 e 2007.O avião até a chegada dos 777, voou quase sozinho todas as rotas da Varig para a América do Sul (Buenos Aires, Santiago e Caracas), Europa (Madri, Londres, Paris, Frankfurt, Munique, Roma, Copenhague e Amsterdã) revezando com o 767 apenas na rota para Madri e na de Lisboa, (que so era eventualmente operada com os MD-11)e ainda as rotas para Nova Iorque, Miami, México, Chicago, Toronto, Los Angeles, Toronto, Tóquio, Nagoya, Cidade do Cabo, Johanesburgo, Bangcoc e Hong kong (alternando com o 747 até 1994).
  • A Varig foi (e até hoje é) a maior operadora mundial do MD-11 na versão de passageiros com 26 Aeronaves.
  • A Varig conquistou o título de melhor pintura áerea do mundo. Consistia em duas cores: o azul e o branco, junto com sua famosa estrela (rosa-dos-ventos) no estabilizador vertical. Atualmente a Varig utiliza as cores branco e azul, e sua famosa rosa-dos-ventos que agora é laranja por carregar o espírito da Gol e cortada ao meio no estabilizador vertical.
  • A Varig foi a transportadora oficial da turnê de Joss Stone, no Brasil, levando a cantora e os integrantes da banda para as localidades dos shows.
  • A Varig foi a primeira companhia aérea do Brasil. Depois da pioneira, surgiram a Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul S.A, a VASP, a Panair do Brasil, entre outras.
  • A Varig já voou para locais como: Bangcoc, Hong Kong, Johanesburgo e Tóquio, entre outros.
  • Os primeiros pilotos da Varig eram todos alemães.
  • A Varig transportou inúmeras celebridades em toda a sua história, entre elas o Papa João Paulo II, jogadores da Seleção Brasileira de Futebol, presidentes de várias nações, seleções de futebol, artistas, entre outros. Alguns momentos marcantes na história da empresa foram o transporte do corpo do piloto Ayrton Senna da Itália para o Brasil, a chegada da seleção brasileira tetracampeã no espaço aéreo de Brasília em 1994 com o DC-10-30 com pintura comemorativa da seleção escoltado por jatos da Força Aérea Brasileira, seguida do taxiamento da aeronave com o jogador Romário empunhando a bandeira brasileira na janela da cabine de comando.
  • A Varig teve participação ativa na construção da Capital Federal. Inúmeros voos cargueiros da empresa transportaram milhares de toneladas de material até a então remota região do Planalto Central, materiais esses empregados nas centenas de obras em andamento.
  • Todos os voos da Varig para o Japão faziam escala em Los Angeles, tornando-a a companhia brasileira mais conhecida entre os passageiros japoneses e norte-americanos.
  • A Varig já transportou todos os presidentes brasileiros desde Getúlio Vargas até Fernando Henrique Cardoso. Durante três décadas, depois de ter assumido as linhas da Panair, voava com quase que exclusividade para destinos internacionais e obtinha todo tipo de privilégios das autoridades aeronáuticas, que lhe davam aura de empresa estatal, apesar de nunca ter sido. A Varig distribuía assentos não ocupados para centenas de funcionários públicos civis e militares. Porém esta preferência foi diminuindo aos poucos e no final de seu segundo mandato, o presidente Cardoso contratou a TAM para suas viagens, pois ele não queria mais viajar de Sucatão. Depois disso, o presidente Lula adquiriu um novo avião para uso da Presidência da República.
  • Um dos grandes mistérios da VARIG foi a suspeita concessão das linhas que pertenciam à Panair do Brasil. Pelo que se entende, a VARIG, na era da ditadura militar, tinha influências políticas poderosas (principalmente através de Ruben Berta), o que acabou sendo utilizado para tirar do mercado, na época, sua maior concorrente, que era a própria Panair do Brasil. A empresa foi liquidada de forma intempestiva pelo governo militar, sem justificativa plausível, da noite para o dia, e no amanhecer já havia, um avião 707 da VARIG aguardando os passageiros que voariam pela Panair. Os ex-funcionários e muitos simpatizantes da Panair culpam até hoje a VARIG e o governo ditatorial militar pela destruição deliberada e decadência provocada e repentina da empresa Panair do Brasil.
  • A VARIG é personagem de outras polêmicas no mercado do transporte aéreo: assumiu, sem pagar um centavo, toda a estrutura da Real Aerovias; e na década de 70, após ter sido vendida para a VASP, a Cruzeiro do Sul amanheceu nas mãos da VARIG.
  • No passado, durante os anos áureos da empresa, seus escritórios de reservas e atendimento aos passageiros e clientes no exterior eram considerados verdadeiros consulados extra-oficiais do país, pois prestavam os mais variados serviços de apoio e forneciam inúmeras informações ao público brasileiro em viagem. Além da excelência no atendimento, essas lojas também eram famosas pelo seu requinte e localização privilegiada como a de Paris que fica em plena Avenida Champs-Élysées e a de New York que ficava instalada no Rockefeller Center. Muitas vezes serviam de ponto de encontro para grupos de turistas que se dividiam em diferentes roteiros pelas cidades visitadas.
  • O serviço de bordo da Varig sempre primou pelo requinte, idealizado por Helio Smidt. Na Primeira Classe, era servido caviar. Tratava-se de uma extravagância de apelo publicitário questionável, já abandonada pela imensa maioria da companhias aéreas devido ao altíssimo preço do produto. Após o colapso da Varig, descobriu-se que a iguaria abastecia os voos da empresa e algumas das festas mais badaladas do Rio de Janeiro. Em uma entrevista ao Jornal do Brasil, o promoter Bruno Chateaubriand declarou que só fazia festas com "o caviar da Varig". Segundo Chateaubriand, as latinhas chegavam às suas mãos por 90 reais, um quinto do valor de mercado. Não há notícia de que a Varig tenha recebido um tostão sequer por essa operação ou que Chateaubriand tenha sido indiciado por receptação. Os custos do caviar, porém, foram mensurados: 6 milhões de reais ao ano.[2]
  • A antiga Varig Engenharia e Manutenção, atual TAP Engenharia e Manutenção, foi por várias décadas reconhecida internacionalmente pelo seu alto padrão técnico, tendo prestado serviços para diversas outras empresas nacionais e internacionais. Os dois principais parques de manutenção estão localizados na cidade do Rio de Janeiro, onde está o maior hangar da América Latina (assim como maior vão livre coberto da América Latina) e em Porto Alegre. Após o colapso da Varig o parque de manutenção entrou em decadência e hoje, sob controle da TAP, atende apenas algumas empresas.
  • Em meados de 2001 o jornalista e especialista em aviação, Edmundo Ubiratan, criou um website com a história integral da companhia até seus 75 anos. O website, hoje fora do ar, é ainda considerado um dos maiores acervos digitais sobre a história da Varig.
  • Para alguns fãs da VARIG, a empresa existiu por dois anos sob a marca Flex.
  • Quando operou os Boeing 777, a Varig matriculou as aeronaves com prefixos PP-VR*. Algumas aeronaves assim registradas foram carinhosamente apelidadas, como registrado com o PP-VRC "Roberto Carlos" e PP-VRD "Regina Duarte". Contudo, os aviões PP-VRA foi oficialmente batizado como Otto Meyer, enquanto o PP-VRB foi batizado como Ruben Berta.